Desporto

Basquetebol: Macedo manifesta disponibilidade para Selecção

O antigo treinador do 1º de Agosto, Paulo Macedo, mostrou-se disponível, caso seja convidado a regressar à Selecção Nacional de basquetebol sénior masculina, para a disputa das eliminatórias de apuramento ao Afrobasket'2021, que decorrem de 27 a 29 de Novembro próximo, nas cidades de Kigali(Rwanda) e Alexandria(Egipto), respectivamente.

A revelação foi feita ontem, ao Jornal de Angola, pelo mesmo, tendo assegurado por outro lado, que nesta altura não existe qualquer contacto com a Comissão de Gestão “ad hoc” da Federação Angolana de Basquetebol (FAB), a fim de comandar o “cinco” nacional.

“Como deve compreender, é sempre motivo de orgulho para qualquer treinador orientar a Selecção Nacional. Se fosse convidado naturalmente que aceitaria assumir novamente este desafio. Portanto, neste momento, devo lhe assegurar que não existe qualquer contacto neste sentido”, revelou o também ex treinador do 1º de Agosto.

Responsável pelo rejuvenescimento da “cinco” nacional, aquando da disputa do Campeonato do Mundo de 2014, no Reino de Espanha, com realce para Edson Ndoniema, Islando Manuel, Yanick Moreira, Hermenegildo Santos e Sílvio Sousa, Paulo Macedo tem sido um dos nomes apontados para substituir o técnico norte-americano, Will Voigt, que continua em “litígio” com a Comissão de Gestão “ad hoc” da Federação Angolana de Basquetebol (FAB), encabeçada por Gustavo da Conceição, em face da dívida que o órgão reitor da modalidade no país tem para com o referido treinador.

O antigo base do 1º de Agosto e da Selecção Nacional foi responsável pela reconquista do título perdido em 2011, a favor da Tunísia, feito conseguido em 2013, em Abidjan, (Costa do Marfim).

Paulo Macedo “abandonou” a selecção depois de ter falhado à passagem para a fase seguinte do Campeonato do Mundo de 2014, competição que decorreu em seis cidades espanholas, designadamente, Madrid, Barcelona, Granada, Baracaldo, Sevilha e Las Palmas.

Nesta prova, os Hendecacampeões Campeões Africanos quedaram-se na vigésima sétima posição, num universo de 32 selecções.Entretanto, outros nomes têm sido associados para o cargo, casos de Carlos Dinis e Manuel Silva “Gi”, curiosamente, técnicos que já passaram pela equipa que procura apuramento para o Afrobasket de 2021.

Tony Sofrimento, um dos membros da Comissão de Gestão “ad hoc” da FAB, assegurou recentemente ao Jornal de Angola, que até ao final do mês em curso, a família da “bola ao cesto” ficará a saber o nome do novo seleccionador nacional.

ANGOLA figura no Grupo B, ao lado das similares de Moçambique, com quem se estreia a 27 de Novembro próximo, Quénia e Senegal. RCA, Tunísia, RDC e Madagáscar fazem parte do Grupo A. O Grupo D é formada pelas selecções da Nigéria, Mali, Rwanda e Argélia, ao passo que no Grupo E estão Marrocos, Egipto, Uganda e mais uma selecção que sai da Zona 3. Camarões, Costa do Marfim, Guiné e o vencedor da Zona 4 compõem o Grupo C.