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Chefe do estado-maior acusa o Estado Islâmico

O chefe do Estado-Maior adjunto das Forças Armadas Malianas (FAM), general de Brigada Abdrahamne Baby, informou que os postos militares de Boulkessi e Mondoro, no centro do Mali, foram atacados “por terroristas da facção Amaroul Islam, do Estado Islâmico, no grande Sara, e outras organizações criminosas afiliadas”, de acordo com a PANA.

Segundo o general Baby, que falava num briefing com a imprensa, onde a AFP esteve presente, sobre os ataques simultâneos, em Boulkessi e Mondoro, este grupo jihadista opera na zona do Gourma, nas fronteiras do Mali e dos países vizinhos como o Burkina Faso e o Níger.“Os postos de Boulkessi e Mondoro foram objecto de ataques terroristas de Amaroul Islam do Estado Islâmico, no grande Saara e outras organizações criminosos afiliadas”, disse o chefe de Estado-Maior das Forças Armadas malianas.
Abdrahamne Baby revelou que “o ataque, coordenado dos grupos terroristas visou o posto da força conjunta do Sahel baseado em Boulkessi e o posto de segurança de Mondork”, ambos postos “altamente estratégicos” para as Forças Armadas malianas.
O general Baby explicou que o posto do G5 Sahel era controlado por militantes malianos doS 33 regimentos dos comandos para-quedistas, com um destacamento da direcção-geral de Gendarmaria e também especialistas da força militar encarregada da neutralização dos engenhos explosivos.