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Covid-19: África mais 281 mortes e 9.029 infectados

África registou nas últimas 24 horas mais 281 mortes devido à Covid-19, para um total de 39.403, havendo 1.613.011 infectados, mais 9.029, segundo os últimos dados relativos à pandemia no continente.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), nas últimas 24 horas, o número de recuperados nos 55 Estados-membros da organização foi de 6.504, para um total de 1.331.708, desde o início da pandemia.

De acordo com o África CDC, a África Austral continua a registar o maior número de casos de infecção e de mortos, com 19.675 vítimas mortais e 768.970 infectados. Só na África do Sul, o país mais afectado do continente, estão registados 698.184 casos e 18.309 mortes.

O Norte de África, a segunda zona mais afectada pela pandemia, tem 411.519 pessoas infectadas e 12.339 mortos e a África Oriental contabiliza agora 189.930 casos de infecção e regista 3.585 vítimas mortais.

Na região da África Ocidental, o número de infecções é de 183.425, com 2.684 vítimas mortais, e na África Central há 59.167 casos e 1.120 óbitos.

O Egipto, o segundo país africano com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, regista 6.088 mortos e 105.033 infectados e Marrocos contabiliza 2.772 vítimas mortais e 163.650 casos. A Argélia surge logo a seguir, com 53.777 infecções e 2.121 mortos.

Entre os seis países mais afectados estão também a Etiópia, com 87.169 casos e 1.325 vítimas mortais, e a Nigéria, que mantém os mesmos números de há 24 horas, 60.834 infectados ­e 1.116 mortos.

Entre os países africanos que têm o português como língua oficial, Angola lidera em número de mortos e Moçambique em número de casos. A Guiné Equatorial tem 83 mortos e 5.068 casos, seguida de Cabo Verde (79 e 7.444), Moçambique (73 e 10.392), Guiné-Bissau (41 e 2.389) e São Tomé e Príncipe (15 e 928 casos).
A pandemia de Covid-19 já provocou mais de um milhão e noventa e três mil mortos e mais de 38,5 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.