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Daesh reivindica ataque que provocou 71 mortos e adiou cimeira do Sahel

O grupo extremista Daesh reivindicou ontem o ataque contra um quartel militar no Níger, que causou pelo menos 71 mortos e um número indeterminado de desaparecidos.

O grupo afirmou, numa mensagem divulgada através dos seus canais habituais, citada pela AFP, que os seus combatentes mataram “pelo menos cem soldados do Exército apóstata do Níger” e deixaram “dezenas de feridos”.
Na breve mensagem afirma que os elementos do Daesh atacaram o quartel “com armas ligeiras, médias e pesadas”, antes de tomar o controlo da base militar durante horas, tendo depois fugido levando “armas, munições, 16 veículos e vários blindados”.
O Governo nigerino decretou, quinta-feira, três dias de luto nacional. Devido ao ataque, o Presidente francês, Emmanuel Macron, adiou para 2020 a cimeira com os países do grupo Sahel que deveria decorrer na próxima semana.