Política

FAA formam quadros em várias especialidades

As Forças Armadas Angolanas (FAA) dispõem de um número cada vez maior de especialistas com as mais altas qualificações nas áreas da medicina, engenharia civil,  aeronáutica, história, direito, economia e outras áreas do saber científico, como resultado do processo de reedificação em curso na instituição.

De acordo com o chefe do Estado-Maior-General Adjunto das FAA para a Educação Patriótica, general Egídio de Sousa Santos “Disciplina”, as Forças Armadas continuam a priorizar o factor homem na vertente da formação de quadros básicos, médios e superiores em diferentes especialidades.
Ao discursar no encerramento do XIV Seminário de Balanço Metodológico dos Órgãos de Educação Patriótica da Força Aérea Nacional, que decorreu no último fim-de-semana, em Ndalatando, disse que além da modernização dos equipamentos disponibilizados pelo Estado, o processo de reedificação das FAA inclui a materialização de um conjunto de acções cuja execução está projectada para um horizonte de curto, médio e longo prazos.
Egídio de Sousa Santos destacou o lançamento, pela Força Aérea Nacional, do livro “Contribuição para a história da FAPA/DAA”, considerando-o uma verdadeira obra que retrata aspectos históricos de fundo que contribuem para a preservação da memória colectiva e imortalização dos feitos dos combatentes. “É uma iniciativa de incentivar e é importante alargá-la a todos os demais militares e ex-militares para que se apliquem na investigação e pesquisa no sentido de escreverem e trazerem à luz aspectos que enriqueçam o mosaico histórico-militar angolano”, salientou.
Homenagear todos aqueles que deram o melhor de si em prol da defesa da pátria significa, acima de tudo, valorizar a nossa história,  para que as novas gerações se inspirem no inapagável exemplo de bravos combatentes como o malogrado tenente-general José Domingos Baptista Cordeiro “Ngwetu”, disse. Durante o encontro, foi analisado o conteúdo do relatório das actividades desenvolvidas durante o Ano de Instrução de Preparação Operativa, Combativa e Educativo-Patriótico 2017/2018 pelos Órgãos de Educação Patriótica da Força Aérea Nacional, à volta do qual foram apresentadas as preocupações e constrangimentos que estiveram na base do não cumprimento cabal de algumas tarefas.
Os participantes concluíram que apesar das dificuldades decorrentes da actual situação económica e financeira do país, o trabalho de Educação Patriótica realizado no período 2017/2018 é considerado satisfatório.
 O comandante da Força Aérea Nacional, general Francisco Afonso “Hanga”,  recomendou aos efectivos que mantenham a calma necessária e que sejam capazes de discernir com profundidade e objectividade todas as transformações que ocorrem no país, algumas das quais bruscas, nas esferas política, social, económica, cultural, desportiva e outras.