Política

Rui Falcão exige rigor na execução de obras

O governador provincial de Benguela, Rui Falcão, exigiu rigor no cumprimento dos prazos de execução das empreitadas ligadas ao Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

Rui Falcão falava sexta-feira, na Ganda, no lançamento da primeira pedra para a construção dos primeiros cinco projectos inscritos naquela localidade, no âmbito do PIIM.

“Esperamos que os vencedores do concurso público para a realização das empreitadas façam-na com feição para evitarmos imperfeições e comentários menos bons no final da empreitada”, exortou Rui Falcão, sublinhando que o que se são obras de qualidade.

Infelizmente, lamentou, continuam a existir empresas construtoras que insistem em não cumprir os prazos de execução estipulados. “A essas não vamos tolerar pela irresponsabilidade”, avisou.

Rui Falcão disse haver, igualmente, casos de obras que, depois de concluídas, apresentam deficiências de vária ordem. “Em Benguela não queremos construções de edifícios mal feitos, não pretendemos ser julgados pelas gerações vindouras”, advertiu. No município da Ganda, a 210 quilómetros da cidade de Benguela, estão inscritos cinco projectos, no âmbito do PIIM. Trata-se de três escolas primárias com sete salas de aula, orçadas em quase 89 milhões de kwanzas cada, a serem erguidas nas comunas da Babaera, Ebanga e na sede municipal.

As obras incluem, ainda, a terraplanagem de 32 quilómetros do troço Chikuma-Kapala, com um custo de 160 milhões de kwanzas, e a aquisição de um kit de saneamento básico, estimado em 190 milhões kwanzas. O prazo de execução destas obras, a cargo de empresas nacionais, é de seis meses.

Além destas obras, o município aguarda pela validação dos projectos de terraplanagem e requalificação da cordilheira do Gangau, cujo custo ronda os 100 milhões de kwanzas, e pelo apetrechamento do hospital municipal (salas de RX, bloco operatório, estomatologia e laboratório de análises clínicas), estimado em 700 milhões de kwanzas. Está, igualmente, prevista a construção do posto policial da Chimboa, avaliado em 96 milhões de kwanzas.
* Com Angop